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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Quem é Jesus?


 

 

A pergunta de Jesus, que escutamos no Evangelho deste domingo: «Quem dizem as multidões que Eu sou?», continua a pedir uma resposta em cada geração. Permanecem muitas opiniões em relação a Ele. É reconhecido como um homem que lutou pelo amor, fraternidade, paz e justiça. É admirado pela preferência em favor dos pobres, desfavorecidos, marginalizados, desprezados. É apreciado pela coragem que teve em afrontar o poder instituído, a honestidade e nobreza de alma, a sua dignidade e determinação perante a morte. Mas tal como os escribas e fariseus do seu tempo não é reconhecido como o Messias prometido. Os próprios discípulos ainda não o viam como tal. Não tinham compreendido que a Sua missão era o oposto daquilo que pensavam.

À segunda pergunta: «E vós, quem dizeis que Eu sou?», Pedro responde prontamente, porque entende que Jesus, no momento próprio agirá como um simples líder humano e vitorioso. Daí a ordem de silêncio que Jesus lhes impõe, pois o seu triunfo passava pela humilhação, pela derrota e não pelo êxito e glória humanas.

Em Jesus, Deus mostrou que o maior crime cometido pelos homens pode ser transformado num ato de supremo amor que, como nos diz a primeira leitura, «lavou o pecado e a impureza» derrotando a morte.

O que Jesus representa para mim?

Ainda hoje Jesus nos faz a segunda pergunta: «Quem dizes tu que Eu sou?».

Acreditar em Jesus não significa professar a fé num conjunto de verdades aprendidas quando se frequentou a catequese. Acreditar em Jesus é segui-lo partilhando o Seu próprio destino, fazendo-se um com Ele: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me».

O Senhor exige que se deixe de centrar a vida em si mesmo e nas preocupações egoístas; que se tenha a coragem de perder a própria vida; que cada um se empenhe diariamente em vencer as dificuldades, as provas e as seduções mundanas que nos envolvem.

Para isso é preciso aprender com Jesus a doar a própria vida permanentemente em casa, ao marido, à esposa, aos filhos, aos pais, aos avós; no prédio onde habito, aos vizinhos; no trabalho, compreendendo e auxiliando os companheiros; na escola, amparando aqueles que sentem dificuldades; na sociedade, assistindo voluntariamente os mais desfavorecidos; enfim, em tudo aquilo que possa fazer por amor dos outros, abandonando o egoísmo.

Esse amor é o sinal de que estamos revestidos de Cristo, como nos diz S. Paulo na segunda leitura. Todos devem poder reconhecer no cristão a presença da pessoa de Jesus pelo modo como procura compreender os outros, desculpar, ajudar e ir ao encontro daqueles que erram, perdoando e amando os que lhe querem mal.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Salvação operada em pessoas concretas.


 
A Palavra de Deus deste Domingo coloca-nos diante de histórias de vida.
A primeira história é a de Davi. Desde as pastagens do rebanho e da unção realizada por Samuel, a vida de David é um crescendo de graça, de sucesso, de grandeza a todos os níveis. Mas é também uma história de fracasso pessoal, de pecado duro e grave, de consequências difíceis e trágicas para alguns, que estão entrelaçados neste misterioso processo.
Natã relê a Davi a história de amor de Deus para com ele. Diante dessa ternura, bênção e misericórdia é descoberta a profundidade da traição, do pecado.
Algo tinha permanecido em David como graça constante: a humildade! Essa atitude torna-o grande, torna-o verdadeiro, torna-o capaz de perceber a ternura de Deus e até onde chegou a sua infidelidade, torna-o capaz de descobrir o perdão de Deus! Torna-o capaz de superar a morte!
A História do Evangelho – narrada pelo Evangelista da misericórdia, dos pequeninos – é a história da vida de uma mulher pecadora. Também ela pelo poder da humildade reconhece que foi infiel, mas reconhece sobretudo que Jesus Cristo a acolhe, a reconduz à sua dignidade, lhe propõe uma vida nova e a levanta para uma nova existência.
Também a segunda Leitura reflete a vida de São Paulo refeita em Jesus Cristo. Por isso ele reconhece que diante do amor transbordante de Deus, em Jesus Cristo, só quer viver unicamente dele e entregar-se a Ele, como Ele O fizera dando a vida por Paulo.
A história do Fariseu é também um encontro como Deus-Amor. Será que ele aprendeu a linguagem do amor, da verdade e da humildade?
A atitude de Deus é algo de belo e maravilhoso. Os gestos de Deus rompem em demasia a nossa miserável lógica, a nossa inteligência e a mais prodigiosa das imaginações.
Se Jesus Cristo Seu Filho, não O tivesse revelado, quão distante estaríamos de O conhecer verdadeira e intensamente, como acolhimento, misericórdia, como Aquele que refaz a vida de pessoas destroçadas pelo pecado. Que maravilhoso é o nosso Deus! Que justiça misericordiosa leva a Sua Palavra! E sobretudo que loucura encerra o amor do Seu Filho, morrendo pelos pecadores!
Diante de Deus reconhecer-se pecador é ser sensível ao seu amor que chama à conversão, à mudança, ao momento de retificar e de fazer parar a onda de mal e de injustiça. Ele não quer a morte do pecador!
O pecador que se reconhece pobre, frágil e mostra a quantidade, intensidade e qualidade das suas más ações é alguém sensível ao Espírito Santo, que o convoca para uma renovação profunda, para amizade com Deus e para a Vida Nova.
Assim a nossa atitude deve ser de muita gratidão a Deus, de um louvor permanente, de gratidão pela ação que a Sua graça faz em nós. E tal atitude de amor faz brotar uma vida nova, gerada na paixão e morte de Cristo, a pedir dor e arrependimento, reparação e maior compromisso pela salvação dos irmãos.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

A Humanidade representada em duas mulheres

 
Neste domingo, ao recordarmos o episódio do Evangelho que nos narra a ressurreição do filho da viúva de Naim, de imediato o podemos relacionar com a primeira leitura, em que o profeta Elias restitui à vida o filho da viúva de Sarepta.
Ambas as viúvas representam a humanidade inteira, triste e desesperada. Quem mais carente e desamparado neste mundo do que uma mulher viúva que perde o seu filho único? A vida desfalece. A desolação é total. Por isso a Bíblia nos apresenta os órfãos e as viúvas como símbolo dos marginalizados. O seu amparo é o símbolo da verdadeira religião. Estas leituras poderão caracterizar a experiência pascal da comunidade eclesial, pois ambas as cenas se repetem com frequência impressionante através da história. Dá-se no abandono das pessoas, nas injustiças e na marginalização dos que sofrem. As nossas cidades estão cheias de «mães viúvas», que levam os seus filhos únicos para o cemitério. Mas não faríamos favor nenhum às pessoas mortas em trazê-las outra vez para este mundo, apenas as levaríamos a repetir a experiência da morte.
Em ambos os episódios nós verificamos que Deus é o Senhor da vida.
No primeiro, Elias implora a Deus que dê vida ao menino. No segundo, é o próprio Jesus que com toda a autoridade de Filho de Deus faz ressurgir o menino para a vida, pois Ele tem poder sobre a morte.
Naim é o sinal do prodígio maior que Ele faz por todos os irmãos que morrem: «restituiu-o ressuscitado à mãe», e à comunidade daqueles que choravam a sua perda.
A comunidade não pode eliminar as lágrimas das «viúvas», mas deve anunciar a todos o que o Deus da vida fez por intermédio de Jesus: introduz os homens no mundo novo, dando-lhes a sua própria vida.
Nós, os cristãos, devemos repetir o gesto do Mestre e dizer: «Pare de chorar!», porque a esperança de vida não é devorada pela morte. É a hora da comunidade eclesial reagir. É importante que ela esteja a caminho como Jesus, como Elias. Não pode passar ao largo. Precisa parar, precisa entrar nas casas, para visitar todos os sofredores. Deverá como Jesus: compadecer-se, consolar, agir, fazendo ressurgir a esperança onde apenas existe o desespero da morte, para que glorifiquem a Deus. Assim irá sugerindo a coragem da mudança esperançosa da vida.
A humanidade que ainda não encontrou a Cristo considera a morte como uma derrota incomparável. Por isso, o cristão deve ter a coragem de contagiar, pela sua força explosiva, a confiança no Senhor que conduz à vida.
Para que isso aconteça temos que ser ministros convictos e zelosos do Evangelho, deixando revelar-se em nós o Filho de Deus, como aconteceu com Paulo. Ele na sua atitude honesta teve a coragem de declarar que não foram os homens, mas o próprio Senhor a revelar-lhe que a salvação depende da fé em Jesus. À sua semelhança devemos estar abertos à revelação de Deus.
Percebendo renascer a vida nos desamparados, também a assembleia eucarística poderá glorificar a Deus porque, mais uma vez, Ele visitou o seu povo. Assim poderemos render graças neste domingo sobretudo por aqueles e aquelas que, na sociedade injusta, se comprometem em defender e alimentar a vida dos irmãos necessitados.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Aqui começa-se a viver


 

As leituras deste domingo se referem a dois milagres: a Ressurreição do filho da viúva de Sarepta e a ressurreição do filho da viúva de Naim.
A primeira é fruto da oração do profeta Elias. «Eis, aqui tens vivo o teu filho» diz o profeta à Mãe. A segunda é dádiva de Jesus que, ao ver a dor daquela mãe, se compadece, diz-lhe que não chore: manda parar o cortejo, aproxima-se do caixão, e exclama: jovem, levanta-te. E uma vez levantado, entrega-o à mãe.
Estes fatos convidam-nos a meditar sobre aquilo que se chamam os novíssimos, ou seja, o destino final do homem: morte, juízo, inferno ou paraíso.
“Aqui começa-se a viver”. Estas palavras escritas à porta de um cemitério, nos dizem que a verdadeira vida vem depois da morte. A morte assinala o fim do exílio e o começo da vida sem fim.
Contra todas as razões humanas, São Paulo anunciava Jesus e a Ressurreição dos mortos nas sinagogas. E para provar a sua doutrina aduzia o argumento irrefutável da ressurreição de Cristo. A nossa ressurreição é portanto, consequência da ressurreição de Cristo. È esta a doutrina da Igreja e foi isto que ela ouviu dos lábios de Jesus: todos os que estão nos túmulos ouvirão a sua voz. Os que tiverem praticado boas obras irão ressuscitados para a vida (Jo 5, 29).
O nosso afeto, o nosso reconhecimento, os laços de justiça e de caridade que nos ligam ao mundo dos que partiram se traduz em sufrágios, em oração por aqueles que foram nossos familiares, amigos e conhecidos nesta vida. Os mortos não precisam de mais nada. As nossas recordações e o nosso amor seriam inúteis se não se concretizassem em sufrágios. Existe o Purgatório e as almas que ai se encontram expiando as suas culpas podem validamente serem ajudadas pelos sufrágios dos vivos. Devemos mostrar aos nossos defuntos toda a nossa solidariedade e reconhecimento. É importante lembrar a todos os fiéis a importância da oração de sufrágio, principalmente a celebração da missa de defuntos para que, purificados possam chegar à visão beatífica de Deus.
Outra coisa importante para se recordar hoje, é que quando está para morrer, o cristão deve receber a Eucaristia. Esta comunhão chama-se Viático, isto é provisão para a viagem. A Eucaristia é o pão dos viajantes. Provisão de força para terminar a viagem: quem come a minha carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia, diz o Senhor (Jo 6, 54).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Muy amigos...

Há "amigos" copiando e imprimindo minhas postagens no Face, com intenções certamente não amigáveis... São alguns daqueles que gostam de ensinar os demais sobre o respeito ao diferente, sobre como a Igreja não permite que se expresse a própria opinião, sobre a "Igreja que nasce do povo" como lugar de liberdade de expressão, etc. e tantos outros chavões que eles retém como validos tão somente quando... diz respeito a impor sua visão distorcida. Perdem tempo com e valorizam demais um pobre bispo do interior do RS. Na verdade, o que de fato perderam foi o bonde da História. Vivem de feitos e defeitos de um passado que deixou por estas terras uma desolação sem tamanho. Seminários e Institutos de Formação sacerdotal cheios de... vazio. Quem procura reagir a isto com propostas mais eclesiais, mais católicas é taxado de "andar na contramão do processo acertado para este Estado". Para estes, declaro solenemente: vou andar na contramão sim, para andar com a Igreja. Para conduzir minha Igreja Diocesana para o céu, não para o nada das ideologias subjacentes em projetos falidos. Só não enxerga quem não quer. Copiem a vontade minhas postagens. Façam delas motivo de risos e de gozações. Julguem-me à vontade. Semeiem pelos caminhos da vida a intriga e a maledicência. É o que vocês sabem fazer de melhor... Deus os perdoe.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Jesus Cristo, nosso Salvador


 
O desenvolvimento de nossa vida de cristãos, que tem como objetivo final a santidade, acontece progressivamente e é, antes de tudo, ação da Graça, obra do Espírito Santo.

Este crescimento acontece sempre na Comunidade da Igreja, que tem como finalidade ser um instrumento que nos conduza com segurança por este caminho. Hoje, temos consciência clara a respeito disto.

No início da Igreja, aconteceu uma discussão a respeito de quem poderia ou não fazer parte da Comunidade dos seguidores de Jesus. Muitos cristãos de tradição judaica queriam obrigar os não judeus que desejam ingressar na Igreja, a passar em primeiro lugar, pelas cerimônias do judaísmo, especialmente a circuncisão, como um sinal de consagração a Deus, na observância da Lei de Moisés. 

A Palavra de Deus neste domingo, especialmente a segunda leitura (Carta aos Gálatas 1,1-2.6-10) e o Evangelho (Lucas 7,1-10) nos ensinam esta lição fundamental: Jesus Cristo é o único e definitivo mediador da salvação para toda a humanidade. A atitude de Jesus, descrita no Evangelho, que louva a fé daquele oficial romano, expressa esta realidade: Jesus é enviado a todos, e encontra, mesmo entre os pagãos, pessoas capazes de acolher sua Pessoa e seu Evangelho. Tanto para os judeus como para os pagãos, o que se exige é a fé incondicional em Jesus.

São Paulo percebe que, a opinião dos cristãos judaizantes, tentando impor aos demais a adesão à Lei e aos costumes judaicos significa a perda do verdadeiro espírito de liberdade do Evangelho, o risco de que entre os cristãos se aceite a forma de vida farisaica... Dentro da visão daqueles cristãos, tentando impor seus costumes a todos, Jesus Cristo e seu Evangelho tornam-se inúteis: o que conta, é a Lei. As consequências deste princípio são funestas: a justificação e a salvação são conquistas humanas. Os judeus, com sua mentalidade legalista, não se sentiam pecadores, necessitados da Graça e da Salvação. Portanto, Jesus Cristo e seu Evangelho tornam-se desnecessários. Aí está a morte do cristianismo.

São Paulo contesta fortemente esta visão, ensinando que a salvação é obra de Deus: é Graça, dom imerecido. Do ser humano o que se exige é a colaboração, mas a iniciativa da salvação é de Deus, por meio de Jesus Cristo. Além disso, todos tem a necessidade da salvação: não só os pagãos, mas também os judeus, submetidos à Lei de Moisés. O que São Paulo ensina é que o cumprimento da Lei não modifica o ser humano. Quem de verdade muda e transforma o homem  é Cristo e Sua Graça. Todos somos pecadores, judeus ou pagãos, escravos ou livres, e portanto, todos necessitamos da Graça salvadora obtida para nós por Cristo.

Também hoje, o risco da diminuição da certeza da centralidade de Cristo e da necessidade da Graça para a salvação é grande: o ser humano pode enganar-se, colocando sua segurança na técnica, na ciência, na violência, na sexualidade, nas drogas, etc... Há tantas propostas de “mediações” para se obter a felicidade, a paz, a alegria.

É preciso ter sempre viva a sabedoria de jamais deixar-se iludir. As realidades humanas justas, servem para ajudar, para colaborar na edificação de uma realidade humana melhor. Mas o sentido de nossa vida, a razão de nossa autentica realização como seres humanos está em Cristo e em sua Graça salvadora.

 

+ Antonio Carlos Rossi Keller

Bispo de Frederico Westphalen

 

 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Mistério da Santíssima Trindade na Igreja



Na vida da igreja tudo começa e acaba com a invocação às três divinas Pessoas. É lógico que assim seja, porque a própria Igreja é uma comunhão de vida com o Pai o Filho e o Espírito Santo; e toda a Criação tem a sua origem e o seu fim na Santíssima Trindade. Compreende-se assim que a oração e o gesto mais repetido pela Igreja seja o Sinal da Cruz. Quando o fiel cristão se benze, traçando o Sinal da Cruz sobre a sua pessoa, invoca a Santíssima Trindade que mora nele pela graça, afirma que a graça é fruto da Cruz, e faz um ato de fé nestas verdades.

O significado do sinal do cristão (a Santa Cruz com a invocação da Santíssima Trindade) é também uma afirmação da sua missão apostólica. O cristão tem como missão ser um sinal «mais» (a Cruz) lá onde se desenvolve a sua existência. Ser uma cruz ou um sinal «mais» quer dizer que com a sua vida deve unir, somar, criar comunhão dos homens entre si, para os introduzir na comunhão com o Pai o Filho e o Espírito Santo.

 
A Igreja deseja, com a celebração de hoje, que nos tornemos mais conscientes de que tudo na nossa vida deve estar presidido e orientado (começar e acabar) pelo Mistério Trinitário. O fato de ser um mistério quer dizer que a sua compreensão excede a nossa inteligência, como a luz do sol é excessiva para a limitada capacidade de visão dos nossos olhos; mas podemos saber que o sol existe, e captar indiretamente a sua luz, refletida nos objetos. Também podemos e devemos conhecer cada dia um pouco melhor o Mistério central da nossa fé pelo estudo do Catecismo, por exemplo, e pela nossa oração.

Na vida do cristão que aprofunda a sua fé no Mistério da Trindade, o trabalho, a vida interior e o apostolado devem desenvolver-se por igual e constituir uma unidade harmônica. De modo semelhante podemos afirmar que assim como na Santíssima Trindade as divinas Pessoas estão sempre unidas, no cristão o trabalho deve ser oração e ocasião de apostolado; o apostolado se apoia na oração e é feito com a responsabilidade e o esforço de um bom profissional; e a oração deve ser esforçada e desenvolver-se no horizonte da missão apostólica.

Nesta Solenidade em que desejamos centrar mais a nossa vida no mistério da Santíssima Trindade, acudamos a Aquela a quem a Igreja invoca como Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa de deus Espírito Santo, para que interceda por nos com a sua «Omnipotência suplicante».

No dia de hoje, nas paróquias de todo o Brasil, vamos oferecer a Coleta pela realização da Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá, em julho, no Rio de Janeiro. Saibamos ser generosos, para que este evento tenha um bom suporte econômico.